quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Carta pública ao Excelentíssimo Senhor Prefeito Aluízio São José

Caro Prefeito, em 2012 não votei no senhor. Caso queiras  mudar esse  quadro para as próximas eleições,  sugiro a leitura atenta desta carta. Antes que o processo eleitoral tivesse seu início pudemos trocar algumas palavras que, confesso, me deixaram esperançoso. Lembro, em especial, de duas ocasiões. A primeira foi por decorrência de uma conferência LGBTT ocorrida em Coxim no ano de 2011, nos encontramos em um jantar com alguns dos organizadores da conferência; na ocasião, percebi  comprometimento ético com a   diferença nas tuas palavras, o que me deixou bem aliviado, afinal, o preconceito reina nestas terras pantaneiras, recentemente, por exemplo, em Três Lagoas, um pai espancou um filho para que ele se curasse daquilo que não tem cura porque não é doença: a homossexualidade. A segunda,  foi na posse do Conselho Municipal de Cultura (atual Conselho Municipal de Políticas Culturais), a conversação girou em torno da falta de planejamento nas ações da prefeitura que, na época,  estava sob a gestão de Dinalva Mourão. Ouvi atentamente o senhor discorrer sobre as possibilidades que se abririam para o município caso houvesse um planejamento bem construído, acredito, inclusive, ter ouvido o senhor falar sobre a importância da transparência na administração pública e no correto direcionamento dos recursos.

Alguns meses depois da nossa última conversação na posse do Conselho, acabamos por nos encontrar em situação bem diversa: o senhor já era prefeito e eu atuava como presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Coxim. Nesta terceira ocasião já não se tratava apenas de uma conversação como das outras vezes, tratava-se da explanação de reivindicações do âmbito cultural do nosso município. Outras coisas também mudaram: nas duas primeiras vezes encontrei o senhor dando apoio ao movimento LGBTT e ao movimento Cultural, na terceira  já não era mais possível encontrar o senhor junto aos movimentos populares  e foi preciso  elaborar convites oficiais, passeata e ato de protesto para que uma reunião acontecesse.

As mudanças não pararam por aí. Nas três reuniões que tivemos com o senhor, excelentíssimo prefeito,  o discurso parecia ser outro, ou pior, o discurso era incoerente , pois reunia ideias éticos de transparência com atos de obscurantismo. A simpatia, entretanto, permaneceu.  O candidato a prefeito que falava da importância da correta aplicação das verbas públicas, como prefeito, dizia não poder direcionar verbas para  cultura  mesmo que para ela exista uma previsão orçamentária na faixa de 1 milhão; o candidato a prefeito que falava em planejamento, tornara-se um prefeito cujo governo já se estendia para mais de seis meses sem apresentar um planejamento para cultura; o candidato a prefeito que falava da importância da democracia, como prefeito, deixava todas as decisões do campo cultural a cargo de seu secretário de governo que até hoje não conseguiu reabrir a Casa do Artesão e que  nunca procurou ou abriu espaço para uma solução coletiva dessa problemática; o candidato a prefeito que conseguia ver soluções simples para problemas complexos, como prefeito, protelava a discussão  sobre o Fundo Municipal de Cultura, não tomava posição em relação ao Estatuto da FUNRONDON; o candidato a prefeito que  queria mudar Coxim, como prefeito, relutava em nomear alguém para a Diretoria de Cultura da FUNRONDON, fundação indispensável para o desenvolvimento da Cultura na nossa cidade.

Da próxima vez que nos encontrarmos, senhor prefeito,  não serei mais presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais, pois me encontro esgotado e cansado dos diversos  entraves que tenho enfrentado e da falta de apoio por parte do governo municipal. Porém, o senhor continuará a ser prefeito. Por esse motivo, peço que o senhor, se quiser meu voto para as próximas eleições, quando tiver que tomar uma decisão em seu atual governo, não a tome como prefeito,  antes, tente lembrar em como o candidato a prefeito Aluízio pensaria.  O Conselho Municipal de Políticas Culturais reuniu a comunidade coxinense que indicou três nomes para a diretoria de cultura: Gleycielli Nonato, Catarina Guerchi Nunes e  Stéfferson Almeida Arruda.  Já reunimos a comunidade e construímos a indicação, basta que, dentre estes três nomes, um seja escolhido para que a cultura passe a receber seu devido valor. Acredito que o candidato Aluízio já teria divulgado o nome da pessoa que assumirá a diretoria de cultura da FUNRONDON, coisa que o prefeito Aluízio  ainda não fez. Pelo bem da população coxinense, fico na torcida para que o senhor não espere chegar as próximas eleições para voltar a pensar como candidato. E agora José?

Cleiton Zóia Münchow é professor do IFMS, mestre em filosofia pela UFPR e ex-presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Coxim.




quinta-feira, 4 de julho de 2013

Conferência Intermunicipal de Cultura em São Gabriel do Oeste

O Conselho Municipal de Políticas Culturais de Coxim convoca todxs xs membrxs do Conselho e os segmentos culturais do município de Coxim para reunião acerca da Conferência Intermunicipal de Cultura que ocorrerá no dia 08 de Julho, a partir das 7h, em São Gabriel do Oeste. O tema geral da Conferência será o seguinte: “Uma política de Estado para a Cultura: desafios do sistema nacional de cultura”. Os eixos temáticos da Conferência serão os seguintes: (a) Implementação do Sistema Nacional de Cultura; (b) produção simbólica e diversidade cultural; (c) cidadania e direitos culturais; (d) cultura e desenvolvimento.

 A reunião do Conselho, na qual elaboraremos propostas para levar à conferência, será no dia 05/07, às 14h, na sala 002 da Rua Antônio de Albuquerque, n˚ 100, Centro. Na ocasião faremos a elaboração de duas propostas para cada eixo temático, o que resultará num total de oito propostas do município de Coxim que serão debatidas na Conferência Intermunicipal de Cultura em São Gabriel do Oeste. Além disso, serão eleitxs xs delegadxs que participarão como representantes de nosso município.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Pedido para fazer o uso público da palavra no dia 28 de maio, próxima Sessão da Câmara dos Vereadores de Coxim

Pedimos desculpas pelos eventuais "erros" contidos na carta, porém, atualmente, o Conselho de Políticas Culturais trabalha sem a mínima estrutura e nenhum/a secretário/a ainda foi indicado/a,  isso, entre outras coisas, tem nos deixado sobrecarregados.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Cultura e Resistência: por uma cultura pantaneira menor *

                                                                             
                                                                     O verdadeiro espírito do homem e do rio , sempre continuam correndo (Stereo Camalote)

Sêneca, filósofo estóico, certa vez escreveu a um correspondente seu, Lucílio, que gostaria de ser ouvido como aquele que partilha os remédios utilizados consigo mesmo, como aquele que fala em público como se estivesse a falar com seus próprios botões, como aquele que se permite pensar em voz alta por se encontrar entre amigos. Gostarímos que as palavras que se seguem fossem ouvidas numa perspectiva semelhante a esta. Gostaríamos que nos ouvissem como “música  a moda pantaneira que é pra todo bicho escutar” (faixa 8).
 “Uma vida inteira de ancestrais dedicada ao trabalho e de repente você vem,/ joga-me no chão,/ Coloca uma lona por cima/ E aponta que é aqui que eu devo ficar?” (NONATO. Aquela tal Izabel!). “Sou chucro, sou verdadeiro/sou torrudo/ sou pantaneiro”(Idem. Sou pantaneiro). “Eu já gritei nesta mata tom por tom;/ e hoje meu sangue vermelho/Mistura-se no rebojo dessas águas marrons./ Não existe mais penacho azul/ Não existem mais corpos nus;/ Mas minha alma que pena nessas margens,/ Nunca vai deixar de ser guaicuru” (Idem. Alma Guaicuru).
Estamos diante de uma perspectiva que busca não se deixar reduzir  ao sistema de capitalístico dominante. Gleycielle Nonato, poetisa coxinense, resiste. Resistência é  marca dos seus poemas e de sus versos. Resiste ao quê? Resiste a uma imposição em relação as identidades que sustenta.  Resiste ao lugar a que reservaram às identidades negras quando denuncia a violência a que as negritudes estão submetidas: “de repente você vem/ joga-me no chão/ coloca uma lona por cima / e aponta que é aqui que eu devo ficar?”. Nestas palavras há todo um entrelaçamento que denuncia processos de exclusão. Exclusão que tenta operar sobre a relação do sujeito consigo mesmo. Querem determinar, de fora ( de repente você vem), o seu lugar (chão), o seu modo de apresentação no mundo (coberta por uma lona), e o seu próprio desejo (e aponta que é aqui que eu quero EU DEVO ficar). Estamos acostumados a pensar que no campo dos desejos não existir política. A poetisa, como pudemos observar, nos mostra o contrário. É sobre o seu desejo que querem operar por meio da gestão do seu espaço e do seu modo de apresentação no mundo. Querem que ela deseje a sua prória sujeição, querem que ela deseje aquilo que dizem que ela DEVE.
Entretanto, como é possível ser obervado, tanto no poema “Aquela tal Izabel!”, quanto em outros dos poemas que compõe o livro Índia do Rio, que seu trabalho poético resiste a essa sujeição do desejo. Foucault, em seu Vigiar e Punir, nos mostrou como o sistema prisional foi capaz de, por meio da gestão calculada do corpo, construir uma alma aprisionadora do corpo. Guattarri, em Micropolítica: cartografias do desejo, seguinto a perspectiva maldita da qual Foucault faz parte, afirma que, o Capitalismo Mundial Integrado, difunde cultura do mesmo modo como difunde coca-cola. Ou seja, trata-se de uma produção que opera ao nível das subjetividades. Para abrir um mercado para o consumo de coca-cola, o exemplo aqui poderia ser qualquer outro, é preciso investir na produção de uma subjetividade consumidora de coca-cola. Produzir uma subjetividade equivale aqui a produzir modos de sentir a si mesmo e o mundo no qual nos encontramos. Este processo de produção de uma cultura etnocêntrica encontra resistência nos poemas citados, onde se percebe a afirmação de uma cultura pantaneira que não se deixa submeter e resiste com sua verdade, com seus gritos, com seu sangue vermelho que se mistura às águas do rio e que, mesmo sabendo que penachos e corpos nus já não mais existem, sua “alma, que pena nessas margens, nunca vai deixar de ser Guaicuru”.
“Quando os meios  meios de comunicação de massa ou os Ministros da Cultura falam de cultura, querem sempre nos convencer de que não estão tratando de problemas políticos e sociais” (GUATARRI, 30).  Não devemos deixar que nos convençam disso. Como bem vimos, por meio das palavras da Índia do Rio, a produção cultural é também produção política. O munícipio de Coxim, por exemplo, apresenta uma estruruta economica que está filtrata por questões de gênero, de raça, de classe, de sexualidade. Quando silenciamos nossxs artistas por meio da ausência de fomento e de projetos políticos culturais consistentes e conscientes de sua dimensão política, estamos negando a pluralidade das vozes e sedento espaço à cultura standardizada. Isso é ruim não somente para as artistas que tem seu trabalho negado, mas também para todos cidadãos e cidadãs coxinenses que acabam por ter outros mundos possíveis negados.
Ser artista, conforme Nonato, “é andar nas nunvens/ sonhar/ acordado/ (..) se portar de maneira diferente”, “cabe a nós, que somos humanos, diferenciarmo-nos: sermos mitos”. Sem os artistas e o trabalho dos artistas nossa potência inventiva fica diminuída, pois, ainda nas palavras da poetisa, “o ser humano/ não vive sem pelo menos/ dez mil sonhos e cem mil loucuras. / E são em nós artistas que eles espelham as suas rebeldias” (NONATO.  O ser artista). Ser artistas é ter a capacidade de fazer a linguagem maior gaguejar e construir infinitos mundos possíveis para habitarmos.
Coxim é um município que, de acordo com os dados do IBGE de 2010, apresenta um contingente populacional de 32. 159 pessoas. Estas pessoas estão assinaladas por uma série de marcadores da diferença, dos quais, destacaremos o sexo: 16.018 dessas pessoas são designadas como mulheres e 16.141 são designados como homens. Desse universo quantitativo que quase se equivale, desigualdades surgem: as mulheres ganham em média R$547, 07 a menos que os homens. Enquanto a média da população masculina recebe R$1.371,02, as mulheres, por sua vez,  recebem R$823,95. Além disso, poderíamos lembrar que as mulher trabalham, por semana, 5h a mais que os homens, conforme no informa o no relatório “Perfil do Trabalho Decente no Brasil – Um Olhar sobre as Unidades da Federação”, realizado pelo escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil. Acrescente-se o cruzamento dos marcadores raça e gênero no que tange a taxa desocupação e teremos a seguinte disparidade: "entre as jovens negras [...] (25,3%) chegava a ser 12,2 pontos percentuais superior a dos jovens brancos do sexo masculino (13,1%)." (http://www.oit.org.br/node/876).
Tais dados não estão, de modo algum, desconectados do modo como a cultura é produzida e com o silenciamento das minorias neste processo. Poderíamos aqui, se tivéssemos mais tempo, falar sobre as desigualdades na ordem das sexualidades, das necessidades especiais, do tratamento que damos ao animais. Todos estas questões que poderiam ser levantadas, se assim o fossem, evidenciariam a  existência de controles culturais no processo de produção das subjetividades, evidenciariam que a cultura é política. É preciso resistir a estes silenciamentos que tem implicações práticas que  estão a saltar diante de nosso olhos, para isso necessitamos que os mecanismos de empoderamento sejam postos em funcionamento, precisamos de representantes municipais com os quais possamos realizar a crítica cultural capaz de permitir a pluralidade das vozes e a invenção, na resistência, de outros mundos possíveis a serem habitados. Para “quando perguntarem por mim”, eu possa responder com orgulho - repetindo a canção -  “diga que fui pra Coxim”.  Mas para isso, e peixe aqui é somente uma metáfora, é preciso deixar que os artistas e as artistas realizem o desejo que expressam em suas canções quando dizem: “eu quero é comer o peixe”.
* Este texto foi lido hoje por Cleiton Zóia Münchow, atual Presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais, na abertura da reunião do Conselho Municipal de Políticas Culturais com representantes do prefeito, vereadores e representantes dos segmentos culturais. Segunda-feira postaremos mais fotos da reunião e um pequeno esquema acerca da discussão ocorrida.

Bibliografia
GUATTARI, F. Micropolítica: cartografias do desejo.  Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.
NONATO, Gleycielli. Índia do Rio. Coxim, MS: Siluri, 2012. (http://www.youtube.com/watch?v=se9idvW4TDw)
Discografia
Stereo Camalote. CD lançado em 2012.(http://www.youtube.com/watch?v=QLr0j2o88wc)



terça-feira, 14 de maio de 2013

A GENTE NÃO QUER SÓ COMIDA

(Concha Acústica em 15 de fevereiro de 2013)
O descaso pelo qual vem passando os setores culturais no município de Coxim é evidente: a concha acústica está abandonada, a casa do artesão está fechada, há goteiras no museu, não há publicização de um plano de políticas culturais, artistas estão desempregadxs por inexistência de estímulo às suas produções. Quem sofre com tudo isso somos todxs nós que deixamos de desfrutar de uma série de bens culturais aos quais, por direito, deveríamos ter acesso.

É chegada a hora de mudarmos essa panorâmica tão triste, para isso contamos com a atual gestão municipal, mas não somente com ela: precisamos do apoio da POPULAÇÃO de Coxim para fazermos com que nossos direitos sejam garantidos na prática. Atualmente o Conselho de Políticas Culturais (antigo Conselho Municipal de Cultura) encontra seu trabalho barrado por uma série de mecanismos políticos que deveriam funcionar e não estão funcionando ou não estão funcionando em boas condições.

Amanhã (15/05/2013), às 14h, o Conselho de Políticas Culturais (antigo Conselho Muncipal de Cultura)  convidou o Prefeito de Coxim Aluízio São José para prestar alguns esclarecimentos à população a respeito das políticas culturais para o nosso município e para falar da situação em que se encontram os aparelhos de cultura. Além do prefeito Aluízio São José, do vice-prefeito Edilson Magro e do secretário de governo José Francisco de Paula,  os seguintes vereadores e vereadoras foram convidadxs a comparecer à reunião para contribuirem no debate: Adelson Janúncio de Lima, Adenilson Vilalba, Adilson Ferreira do Lago, Carlos Henrique Ferreira do Lago, Carlos Henrique Ferreira da Silva, Celso Rodrigues da Silva, Jonny Guerra Gai, Lucimeire Elias da Silva Ramos Barbosa, Franciel Luiz de Oliveira, Marilene de Fátima Gasperin, Sérgio Alexandre da Silva, Sidney Assis Firmino, Vladimir da Silva Ferreira, Vilmar Luiz Vendrusculo.

A gente quer comida, DIVERSÃO e ARTE! E você, tem fome de que?




sexta-feira, 10 de maio de 2013

Reunião do Conselho Municipal de Políticas Culturais

Na noite de hoje (10/05/13) o Conselho Municipal de Coxim se reuniu para apresentar o novo presidente, Cleiton Zóia Münchow, e as alterações no quadro dos representantes não governamentais: Steferson Almeida Arruda passou a fazer parte, como suplente, da Diretoria Executiva do Conselho e Ivanildo José da Silva foi  indicado a sair da suplência e assumir a posição de titular entre os representantes não governamentais.  

A reunião, que começou às 19h e 35 min, foi antecedida pela presença e fala do Deputado Federal Fábio Trad, do vice-prefeito de Coxim Edilson Magro e  da vereadora Lúcia da AAVC, todos expressaram seu apoio ao Conselho de Cultura. O vice-prefeito, quando questionado acerca das motivações para o fechamento da casa do Artesão, afirmou que desconhecia que a mesma se encontrava fechada e prometeu, juntamente com a vereadora Lúcia, que providencias seriam tomadas. 

Depois da visita do Deputado, Vice-prefeito e veadora, a reunião teve seu prosseguimento com as devidas apresentações anteriormente referidas e com a leitura da pauta dos assuntos que pretendemos abordar na reunião com o Prefeito Aluizio São José que ocorrerá no dia 15 deste mês, ás 14h na Câmara Municipal de Coxim. Os pontos da pauta sâo os seguintes:

a) Indicação dxs Diretorxs  de Cultura, Desporto e Lazer da FUNRONDON
b) Informações acerca da data de aprovação do novo Estatuto da FUNRIONDON
c) Esclarecimentos sobre o Fundo Municipal de Cultura (arrecadações e repasses)
d|) Motivos do não funcionamento da Casa do Artesão e informações acerca do funcionamento dos demais aparelhos de cultura
e)Situação do acordo com o MINC

Depois da leitura e discussão dos pontos que compõe nossa pauta para a reunião com o Prefeito, Steferson Almeida Arruda falou acerca da constituição do Plano Estadual de Cultura de MS.

Nesta reunião do Conselho Municipal de Cultura estiveram presentes: Cleiton Zóia Münchow (Presidente do Conselho), Steferson Almeida Arruda (suplente da diretoria executiva), Olímpia Ferreira Pedroso (suplente dos titulares governamentais), Juscilene Eugênio Oliveira (Artesão), Ildete (Artesão), Altair Ferreira (Poeta/Escritor),  Rosália Moschi (Professora),  Gleycielli de Souza Nonato (Poetisa/Produtora Cultural), Rudinei  Vendrusculo (Assistente Social).

Em breve postaremos o vídeo com as falas  do Deputado Federal Fábio Trad, do vice-prefeito de Coxim Edilson Magro e  da vereadora Lúcia da AAVC.